Capitão América: Guerra Civil – Vi e Gostei!

 

Faaala Nerds, cuméq6tão?! Passando marotamente hoje para deixar minhas impressões sobre Capitão América: Civil War, que já deixo logo duas ressalvas leiam antes a análise do Jon que não têm spoilers e ele disse coisas que concordo que não vou repetir aqui e ESSA REVIEW POSSUI SPOILERS ~delevs~

Bom com todos devidamente avisados e com aquela nossa margem segura anti-spoilers aqui…

SPOILER

…. Vamos lá …

Já vou começar diferente das outras reviews, deixando meus parabéns aos irmãos Russo e ao diretor de fotografia Trent Opaloch (Elysium, Distrito 9). Que ângulo amigos, que ângulos! Fui assistir à pré-estreia em 3D que não gosto, mas só vendem isso agora e na cena inicial até estranhei por não estar tão ‘desfocado’, característica dos 3D’s, creio que tenha sido por conta das lentes de 65mm, porém não entraremos nessas minúcias…

Começando o filme já mostrando ação e do que são capazes em relação a coreografia de luta, temos a cena de abertura com os novos Vingadores que nos foram largados apresentados no fim d’A Era de Ultron, podemos observar que estão sincronizados e bem treinados, possuem uma certa química, porém o incidente ocorrido na cena introdutória é a gota d’agua para o governo, que passa a regular os seres aprimorados, que devem concordar por meio de um tratado gerido pelas Nações Unidas e os heróis que não passarem a fazer parte do tratado serão considerados vigilantes e criminosos.

A partir dessa premissa o filme se desenrola de uma forma simples e cativante que somente a MCU consegue fazer, fruto do investimento no universo compartilhado que nos faz conhecer tão bem os personagens a ponto de não questionar suas tomadas de decisão, com exceção do vilão (sim!! habemus vilão!!! e dessa vez a Marvel acertou). Temos então um Tony Stark perturbado pelos acontecimentos em Sokovia, no qual ele se responsabiliza, um Cap. que deseja ajudar a todos, não importando as consequências e ainda para ajudar o governo pressionando os Vingadores a assinar o tratado de Sokovia para ‘legalizar’ e regular suas ações.

Em suma toda a atmosfera fica em torno das questões de assinar vs. não assinar o tratado, até um acontecimento chave em uma assembleia da ONU que serve como introdução ao Pantera Negra (Chadwick Boseman), que por sinal é uma das melhores apresentações de personagem já feita pela Marvel, ele tem uma motivação clara, entra no meio da ação, sem muita explicação.

No contexto geral, o roteiro é fechado, bem escrito e prende o espectador a um nível de realmente dividir suas opiniões, entende-se ambos os motivos de assinar ou não o tratado, e as amarrações que vêm com ele ou a responsabilidade da sua ausência. A única parte que não gostei muito foi a ideia de ‘recrutar’ super-heróis, pois não temos a motivação ou um ‘porquê’ exceto o homem-aranha, mas falamos dele mais pra frente do herói se ligar a um lado ou outro, sim estou falando especificamente do Antman não assisti o filme solo, então não ficou tão claro, creio que deveria ser um melhor explorado como a motivação de todos os outros personagens.

Motivação aliás que é a palavra chave do filme, os roteiristas deram um banho de criatividade para amarrar toda a questão do conflito junto com a introdução de novos persongens como o Pantera e o Cabeça de Teia, que mes ami, what a Spidey!!!1onze, ouso dizer que veremos em Spiderman: Homecoming (hype infinito) a melhor combinação de Peter Parker/Homem-Aranha da grande tela. As interações entre os heróis está muito melhor divida em que A Era de Ultron, o tempo de tela e as questões pessoais de cada um deles, apesar de ser um filme do Capitão América, estão muito bem balanceados. Como havia dito mais acima, o único que não possui uma motivação muito clara é o Barão Zemo, que vai tecendo os acontecimentos para alcançar seus objetivos, costurando muito bem a historia para a mensagem final que o filme deseja passar.

Geralmente cito no fim da resenha alguns detalhes menores como a trilha sonora ou uma cena ou outra em especial, porém dessa vez a trilha não me chamou tanto a atenção e todas as cenas são boas, como disse na abertura, a câmera no Redwing foi uma sacada de mestre, novamente parabéns ao diretor de fotografia. O filme vale (e muito) o ingresso e recomendo que veja em 3D e depois a exibição mais simples para apreciar melhor as cenas de ação.

Nota:

5

Direção: Anthony e Joe Russo

Roteiro: Christopher Markus/Stephen McFeely

**COMUNICADO DE UTILIDADE PÚBLICA: O FILME POSSUI DUAS CENAS PÓS-CRÉDITOS**

Lucas Barbosa

nerd, rap addicted, acha que entende futebol americano e tenta ser podcaster.

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