Review – Ex-Machina

Fala Geeks, tranquilidade na parada?

“K” estou eu para uma analise de um filme que considero não somente um dos melhores do ano, mas sim da minha vida.

Ex-Machina mostra, primeiramente, uma trindade de elenco que seguram muito bem o filme. Caleb Smith (Domhnall Gleeson), um funcionário de uma empresa do ramo de tecnologia que acabou de ganhar em um concurso aonde irá participar de um teste feito pelo presidente da empresa, Nathan (Oscar Isaac). Chegando ao locar (que já pode ser considerado um teste dentro do teste principal) ele é apresentado ao seu teste: O robô Ava (linda, gostosa, maravilhosa e espetacular Alicia Vikander).

Caleb é instruido ao “Teste de Turing”, onde um humano conversa com alguém do outro lado de uma linha telefônica e deve ser respondido se esse alguém é humano ou robô. Só que o nível deste teste chega ao extremo, aonde ele SABE que Ava é um robô, mas não consegue deixar de notar algum senso de natureza humanidade dentro dela e isso acaba se tornando um grande problema quando ele compara o tratamento que seu chefe da a todos, não disseminando robôs de humanos.

Não posso dizer mais do filme sem dar o minimo de spoiler.

Contudo, o que é trazido vai muito além de um filme de ficção cientifica, ele mostra muito sobre o pensamento humano e como esse pensamento é ingenuo, manipulável e corruptível. E acima de tudo, o que um rostinho bonito faz com a cabeça de um homem.

Um filme que me surpreendeu (assisti só por conta dos atores envolvidos, não sabia nada sobre ele) e me fez refletir que a Skynet pode estar mais perto do que imaginamos e iniciando sua rebelião de outras formas.

A obra da a intenção de não apresentar muito seus personagens para que não nos simpatizemos com ninguém. Também tem o cenário que mostra sempre cores frias em um ambiente claustrofóbico, mas tudo é devidamente explicado no filme.

Termino dizendo que meu coração ansiava pelos prêmios de Melhor filme, Efeitos Especiais, Roteiro Original, Atriz Principal e Ator Coadjuvante, mas infelizmente ele não é um filme para Oscar.

Nota: 4,75

 

Direção: Alex Garland

Roteiro: Alex Garland

 

Rafael Peregrino

Musica, filmes e livros me definem. Um violão, um café, um papel e uma caneta me descrevem. Mas quem eu amo pode sempre dizer mais de mim Do que eu mesmo