Review – Victor Frankenstein

Você conhece a historia, o crepitar dos raios, o genio louco, a criação profana. O mundo,é claro, se lembra do monstro e não do homem. Mas, às vezes, ao olhar mais de perto, um conto revela mais… 

Assim começa a narrativa de Igor, que não é o verdadeiro Igor mas que no desenrolar da trama mostra até como ele ganhou esse nome.

Fala Geeks, “K” estou para mais um review do que, posso até considerar uma boa indicação.

Assistam que vale a pena!

O filme segue um argumento narrativo, com a voz do corcunda palhaço circense sem nome, futuramente chamado Igor (Daniel Radcliffe). Ele conta o quanto a vida dele era uma merda colossal antes de conhecer o Dr. Victor Frankenstein (James MacAvoy), o homem que mudou a sua vida e transformou-o não apenas em um homem ereto, mas também deu à ele  uma vida de verdade.

Nos dois primeiros atos você entende a admiração que Igor tem ao Doutor e compreende sua teimosia em acompanha-lo no que pode ser, segundo o detetive Roderick Turpin (Andrew Scott), a maior violação aos princípios divinos.

Em meio a esse caminho temos um pequeno romance bobinho e o verdadeiro temperamento de Frankenstein, mostrando ser um homem um tanto quanto descontrolado, totalmente manipulador e, sem duvidas, um bêbado chato pra carai.

Fora isso, vocês ja sabem, castelo…Raios… e um cara meio que morto.

Mas o filme explica muita coisa sobre a união da dupla e sobre o próprio “Experimento Prometeu”. Os Efeitos visuais não pecam e a motivação de cada personagem se mostra convincente.

Nota: 3,50

Direção: Paul McGuigan

Roteiro: Max Landis (obra original de Mary Shelley)

Rafael Peregrino

Musica, filmes e livros me definem. Um violão, um café, um papel e uma caneta me descrevem. Mas quem eu amo pode sempre dizer mais de mim Do que eu mesmo