Review – O Último Caçador de Bruxas

 

Faaaala seus nerds! Cuméqseistão? Shaq aqui para inaugurar o mais novo espaço de reviews deste sítio da rede mundial de computadores. Sem mais delongas vamos as not.. não pera, vamos pro review.

Como vocês já devem ter visto, o filme que escolhi pra abrir com chave de ouro a coluna é a mais nova obra estrelada por Richard B. Riddick (pra quem não sabe é a verdadeira identidade do Vin Diesel), O Último Caçador de Bruxas (The Last Witch Hunter).

No longa, somos levados logo de cara à uma batalha na Idade Média, que me lembrou muito jogos de RPG, onde o protagonista está envolvido em uma cena de ação (muito boa por sinal) e temos o mote do longa estabelecido. Após a rápida apresentação de personagens e um objetivo determinado, o filme se desenvolve de uma maneira um pouco confusa, porém com boas cenas de ação.

Na trama, Kaulder (Vin Diesel) é um caçador de bruxas imortal que possui um passado traumático e carrega a estigma de ‘lone wolf’. A história se passa nos tempos atuais em que bruxas e humanos coexistem, porém sem o nosso conhecimento (típico) e o protagonista serve como um mediador, avaliando as atividades bruxas e caçando àqueles que não respeitam o tratado de coexistência. Kaulder é auxiliado por uma espécie de padre/clérigo, intitulado Dolan (Michael Caine) responsável por registrar seus feitos e conhecimentos.

Se espera inovação em relação à filmes de ação/fantasia, ESQUEÇA! Não espere tramas densos, diálogos extensos e ideias brilhantes, O Último Caçador de Bruxas é mais do mesmo que vende muito bem se a receita for respeitada. Entre Brancas de Neve e Joãos-e-Maria que não tiveram sucesso, o filme consegue se destacar. Com um cast cheio de rostos conhecidos tais como Rose Leslie (Game of Thrones) e Elijah Wood (Trilogia Senhor dos Anéis), além dos já citados Michael Caine e Vin Diesel e uma história com roteiro que respeita as próprias regras estabelecidas pode ser uma boa pedida para passar o tempo.

Ahh já ia me esquecendo, uma coisa que foi muito bem utilizada e deve ser levada em conta e elogiada é a trilha sonora, que vai de Beethoven à Rolling Stones sem atrapalhar o ritmo e auxilia (e muito) na imersão. De modo geral o filme tem uma trama bem simples e é relativamente curto, mas se bem aproveitado (assistir em casa com a galera e pizza), diverte e passa o tempo.

 

Nota:

02 Motherfucker

Direção: Breck Eisner

Roteiro: Matt Sazama/Burk Sharpless

 

Lucas Barbosa

nerd, rap addicted, acha que entende futebol americano e tenta ser podcaster.

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