Jason é Apenas Um Filho Mal Compreendido

Jason Voorhees, quando nasceu, não recebeu a esperança de viver por muito tempo pelos doutores da ciência.

Um bebê feio da porra, confundido com a placenta, motivo de horror aos médicos e amor pela sua mãe.

Para que  tivesse uma infância normal, Pamela Voorhees criou sua desgraça seu filho em Crystal Lake, um lugar isolado da civilização e de pessoas bonitas. Ela trabalhava de cozinheira em um acampamento de verão, que acontecia todo ano, no local.

 

Participar do acampamento era o maior sonho de seu filho e somente com 11 anos de idade ele conseguiu realizar seu desejo, foi assim que o caminho de sua morte foi chegando cada vez mais perto. No dia 13 de julho 1958 ele foi jogado no lago e morreu afogado, uma brincadeira de muito mau gosto para fazer com quem têm uma mãe psicopata com experiencia de manuseio de facas e grande experiencia em amaciar um pedaço de carne, se é que vocês me entendem…

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Durante os filmes, descobrimos que Pamela usa um livro chamado Necronomicon Ex-Mortis, para trazer Jason de volta à vida e, no processo de espera do milagre por alguns anos, ela mata todos os jovens do acampamento, por vingança aos que fizeram com seu filho amado e feio que parece um capeta com diarreia.

Esse livro, citado a cima, é como um livro dos mortos, usado para trazer de volta à vida todo e qualquer ser que jaz (não tão) em paz. Além do uso em Jason, o próprio Freddy Krueger já usou os poderes da literatura mortuária para ressuscitar a si mesmo e aumentar seus poderes no mundo dos vivos. Tal como Freddy e Jason, o livro pode ser queimado ou destruído de qualquer outra maneira, que ele voltará para atormentar a vida de quem prefere Instagram do que Twitter. Outra similaridade é que, o livro tem uma cara tao feia quanto a dos seus leitores

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Então, no primeiro filme, Pamela era a assassina e Jason o plot, pois ele aparece no fim e vê sua mãe sendo assassinada, gerando assim, o sentimento de xingar muito nas redes sociais. No segundo filme, lançado em 1981, o hockey no gelo ainda não estava na moda e, por isso, Jason usou uma fronha com furo nos olhos para assustar quem cruzasse seu caminho. Mas ele era tão feio, mas tão feio, mais feio que a Dercy Gonçalves chupando limão, que a fronha era para que as vítimas não corressem tão rápido dele, pois se ele tirasse sua “máscara”, daí sim… neguinho ia correr e muito.

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No terceiro filme, lançado apenas um ano depois é que aparece a famosa e icônica máscara de hockey. A partir daí que ele vai se tornando cada vez mais místico/demoníaco/oculto/sobrenatural… até chegar Jason X. Mas desse nós não iremos falar.

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Uma curiosidade é que, o famoso facão de Jason foi o mesmo usado para decapitar Pamela, sua amada mãe vingativa e que odeia adolescentes fornicadores e que praticam bullying.

Outra curiosidade é que a música tema dos filmes é uma fonética das palavras Kill e Mom. Pode-se dizer que é uma voz, na cabeça de Pamela, falando para ter uma conversa séria com todos os responsáveis pelo afogamento daquele saco de merda ambulante, que foi criado como filho.

Kill, kill, kill, kill. Mom, mom, mom, mom”

 

No fim das contas, Jason Voorhees poderia ser um homem de negócios, dono de um circo ou um show de horrores, modelo de carteiras de cigarro ou “antes/depois” de uma cirurgia plásticas, poderia trabalhar como segurança de cemitério e com certeza não iria passar fome no Halloween. Infinitas possibilidades, se não fosse uma mãe com um pequeno distúrbio psicossocial e falha na aceitação da morte de entes queridos.

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Esse post foi apenas uma lição à todos nós que, se um dia tivermos um filho tão feio que parece mijo de jumenta menstruada, possamos deixar ele longe de lagos e acampamentos de verão.

 

“As muito feias que me perdoem. Mas a beleza é fundamental”.

Moraes de, Vinicius.

Rafael Peregrino

Musica, filmes e livros me definem. Um violão, um café, um papel e uma caneta me descrevem. Mas quem eu amo pode sempre dizer mais de mim Do que eu mesmo

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